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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Jovens perdem oportunidades de emprego por conta do perfil nas redes sociais


A marca Vasp, no Facebook dos internautas brasileiros, não representa exclusivamente a companhia aérea que fez parte da história da aviação no país. Nas terras tupiniquins do reino digital o acrônimo ganhou outra conotação: Vagabundos anônimos sustentados pelos pais. O que chama a atenção é que a brincadeira não é um fato isolado. Ao menos 2,1 milhões de usuários da rede social de Zuckerberg curtiram a fanpage da "nova Vasp" e a maioria ainda a registrou como empresa onde trabalha na página pessoal do Facebook. 

A conotação jocosa tem um público-alvo bem definido: Pessoas desempregadas. E elas parecem não se preocupar com a possibilidade de um recrutador investigando suas timelines. Mas a prática tem se tornado cada vez mais comum e é alvo de inúmeras pesquisas. Uma das mais recentes foi publicada em maio pela On Device Research e revela que um a cada dez candidatos entre 16 a 34 anos perde uma oportunidade de trabalho por conta do seu perfil nas redes sociais. 

Confira, na página de Informática do Diario de Pernambuco desta quarta-feira (11), uma matéria sobre a delicada relação entre vida profissional e redes sociais. 

Young People’s Consumer Confidence Index from On Device Research

Veja alguns dados da pesquisa elaborada pela On Device Research: 

No Brasil, 4% dos entrevistados na faixa etária de 16 a 24 anos acreditam que perderam uma oportunidade de emprego por conta de algo que publicaram nas redes sociais. Na faixa etária de 25 a 34 anos o percentual sobe para 5%. Os maiores índices são da China: Respectivamente, 16% e 14%.

49% dos brasileiros entrevistados disseram que não estão preocupados com a possibilidade do mau uso das mídias sociais prejudicar a vida profissional.

Foi feita a seguinte pergunta: "A possibilidade das redes sociais provocar um impacto na carreira o impediria de usá-las?". No Brasil, 77% dos entrevistados responderam que não.

15% dos brasileiros ouvidos pelo estudo admitiram que modificaram algo no seu perfil nas redes sociais para torná-lo mais atrativo a futuros empregadores.

Diário de Pernambuco
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